GLOSSÁRIO E MAPA CONCEITUAL DA UNIDADE CURRICULAR | Análise da motricidade
A presente investigação tem como objectivo estudar alguns conceitos relacionados com a unidade
curricular.
O estudo baseou-se na realização de pesquisa de alguns dos conceitos lecionados nas aulas
durante o presente semestre
Através da sua análise pode-se concluir que a motricidade Humana pretende solicitar um corpo
que trabalhe de forma intencional, que procura a superação contínua, não só a nível físico como
também ao nível psíquico e das interações sociais.
1.Considerações Gerais
O trabalho está dividido entre considerações gerais, objetivos de estudo, métodos e procedimentos utilizados, o glossário, conclusão, bibliografia e por fim anexos.
O presente trabalho tem como objetivo a pesquisa e o conhecimento de alguns conceitos importantes para a unidade curricular (Análise da Motricidade). Este trabalho tem, também, como objetivo relacionar os conceitos e definições do mesmo de uma forma mais ampla para que se possam relacionar entre si mais facilmente. Contudo, “a Terminologia é uma ciência que procura aprofundar o entendimento dos termos nas áreas de especialidade e precisar as relações comunicativas entre diferentes áreas de conhecimento a fim de evitar ambiguidades.” (MARINI,p. 37, 2013).
2.Objetivos do estudo
Com este estudo propomo-nos prestar um contributo para uma caracterização da Unidade curricular (Análise da Motricidade) através da pesquisa de conceitos sobre a mesma pretende-se verificar:
- Quais os conceitos principais da unidade curricular
- Quais são as definições dos mesmos conceitos
- Como se relacionam os conceitos entre si
- De que forma são utilizados estes conceitos no nosso dia-a-dia
É intenção do nosso estudo procurar dar resposta aos seguintes objetivos:
1- Pesquisar bibliografia.
2- Desenvolver quadros concetuais.
3- Relacionar termos e conceitos da unidade curricular, de uma forma mais ampla e compreensível
Este estudo é importante na medida, como dito anteriormente, ajuda a compreender melhor os conceitos da unidade curricular e a relacioná-los em situações reais e a relacioná-los entre si, dando por isso uma visão mais ampla do que é a Análise da Motricidad.
3.Métodos e procedimentos
Neste ponto procedemos a uma caraterização da metodologia utilizada e a uma descrição dos procedimentos utilizados para a consecução do estudo.
3.1. Metodologia
A análise será feita com recurso a bibliografia (revistas/livros) especializada ou não sobre Análise da Motricidade (Unidade Curricular).
Para a realização do trabalho, recorremos a livros, e também a páginas web. Relatvamente aos livros, foi uma pesquisa mais especializada para a unidade curricular e em termos do recurso da página web foi mais especializada numa só capacidade motora (flexibilidade.
Procurámos sempre verificar a data de cada artigo visto, pois quanto mais recente é, mais informação tem que complemente os artigos mais antigos e assim uma melhor definição de alguns conceitos. Contudo, sempre que o artigo ou a citação do conceito tinham datas de lançamento relativamente iguais, retirávamos as duas citações, pois poderiam englobar pontos não abordados anteriormente.
3.2. Procedimentos
O tipo de documentação utilizada para a consecução do estudo foi de livros e maioritariamente documentos disponibilizados pelo docente da unidade curriclar e páginas web.
4.Glossário/Léxico/Vocabulário dos termos próprios de …
REAÇÕES ESTÁTICAS DE SUSTENTAÇÃO - asseguram a fixação adequada das peças móveis do esqueleto e das cinturas assim como o ajustamento permanente do tónus às modificações de posição do corpo ou de uma das suas partes. (António Faustino).
António José Domingues Faustino, Ajustamento Postural, Página 7.
REFLEXOS DE ENDIREITAMENTO - São aquelas a que se atribui o papel de recuperar a posição fundamental e que contribuem à melhor orientação do corpo no espaço. (António Faustino).
António José Domingues Faustino, Ajustamento Postural, Página 7.
REFLEXOS DE EQUILIBRAÇÃO - Define-os como os dispositivos de segurança que repõem progressiva ou bruscamente a projeção do centro de gravidade no interior do polígono de sustentação. Ao contrário dos 2 primeiros que se traduzem por uma reorganização da repartição das atividades tónicas, os reflexos de equilibração implicam, além disso, os movimentos corretores. (Paillard)
1.Conclusões
2.Bibliografia
curricular.
O estudo baseou-se na realização de pesquisa de alguns dos conceitos lecionados nas aulas
durante o presente semestre
Através da sua análise pode-se concluir que a motricidade Humana pretende solicitar um corpo
que trabalhe de forma intencional, que procura a superação contínua, não só a nível físico como
também ao nível psíquico e das interações sociais.
1.Considerações Gerais
O trabalho está dividido entre considerações gerais, objetivos de estudo, métodos e procedimentos utilizados, o glossário, conclusão, bibliografia e por fim anexos.
O presente trabalho tem como objetivo a pesquisa e o conhecimento de alguns conceitos importantes para a unidade curricular (Análise da Motricidade). Este trabalho tem, também, como objetivo relacionar os conceitos e definições do mesmo de uma forma mais ampla para que se possam relacionar entre si mais facilmente. Contudo, “a Terminologia é uma ciência que procura aprofundar o entendimento dos termos nas áreas de especialidade e precisar as relações comunicativas entre diferentes áreas de conhecimento a fim de evitar ambiguidades.” (MARINI,p. 37, 2013).
2.Objetivos do estudo
Com este estudo propomo-nos prestar um contributo para uma caracterização da Unidade curricular (Análise da Motricidade) através da pesquisa de conceitos sobre a mesma pretende-se verificar:
- Quais os conceitos principais da unidade curricular
- Quais são as definições dos mesmos conceitos
- Como se relacionam os conceitos entre si
- De que forma são utilizados estes conceitos no nosso dia-a-dia
É intenção do nosso estudo procurar dar resposta aos seguintes objetivos:
1- Pesquisar bibliografia.
2- Desenvolver quadros concetuais.
3- Relacionar termos e conceitos da unidade curricular, de uma forma mais ampla e compreensível
Este estudo é importante na medida, como dito anteriormente, ajuda a compreender melhor os conceitos da unidade curricular e a relacioná-los em situações reais e a relacioná-los entre si, dando por isso uma visão mais ampla do que é a Análise da Motricidad.
3.Métodos e procedimentos
Neste ponto procedemos a uma caraterização da metodologia utilizada e a uma descrição dos procedimentos utilizados para a consecução do estudo.
3.1. Metodologia
A análise será feita com recurso a bibliografia (revistas/livros) especializada ou não sobre Análise da Motricidade (Unidade Curricular).
Para a realização do trabalho, recorremos a livros, e também a páginas web. Relatvamente aos livros, foi uma pesquisa mais especializada para a unidade curricular e em termos do recurso da página web foi mais especializada numa só capacidade motora (flexibilidade.
Procurámos sempre verificar a data de cada artigo visto, pois quanto mais recente é, mais informação tem que complemente os artigos mais antigos e assim uma melhor definição de alguns conceitos. Contudo, sempre que o artigo ou a citação do conceito tinham datas de lançamento relativamente iguais, retirávamos as duas citações, pois poderiam englobar pontos não abordados anteriormente.
3.2. Procedimentos
O tipo de documentação utilizada para a consecução do estudo foi de livros e maioritariamente documentos disponibilizados pelo docente da unidade curriclar e páginas web.
4.Glossário/Léxico/Vocabulário dos termos próprios de …
A
AÇÃO- Unidade
de Movimento e das operações que a condicionam ( Universidade técnica de
Lisboa. Ciências do comportamento- Glossário. 1985-1986, pag4)
ADAPTAÇÃO- Capacidade
e disposição de um organismo para através da manifestação da própria conduta se
ajustar às novas condições do ambiente e produzir uma harmonia entre as
exigências próprias e as exigências estranhas (Universidade técnica de Lisboa.
Ciências do comportamento- Glossário. 1985-1986, pag4)
ADEQUAÇÃO CORPORAL -
Facto de se possuir uma boa noção do próprio corpo (Análise da
Motricidade- Substrato estrutural e funcional que determina e condiciona o
comportamento motor, António José Domingues Faustino. pag 6)
ADEQUAÇÃO MOTORA - Capacidade
de executar corretamente um ato
motor em movimento (Análise da
Motricidade- Substrato estrutural e funcional que determina e condiciona o
comportamento motor,António José Domingues Faustino. pag 5)
AUSTAMENTO POSTURAL -
Forma de modelação do tónus de postura integrando por vezes os
elementos exteriores do individuo e a componente que lhe é própria (Análise da
Motricidade- Ajustamento postural, António José Domingues Faustino, pag1)
ALONGAMENTO- Condição
para uma contração rentável (Amadeu Coelho Baptista, 1989, pag 65)
AMPLITUDE MUSCULAR -
Capacidade de executar corretamente um ato motor em movimento (Análise
da Motricidade- Substrato estrutural e funcional que determina e condiciona o
comportamento motor, António José Domingues Faustino, pag4)
ANALISADOR- Estrutura
que tem como função realizar a transformação de energia de estimulos em energia
de processos nervosos (Universidade técnica de Lisboa. Ciências do
comportamento- Glossário. 1985-1986, pag4)
ANTECIPAÇÃO- Capacidade de, com base numa prognose
probabilística, prever o desenvolvimento e o resultado de uma ação ou situação
e a partir dela preparar a ação ou situação que lhe deve seguir (Afonso de
Carvalho, 1988-1989. Pag 24)
APERFEIÇOAMENTO
TÉCNICO - Nivel técnico inicial
e pelas experiências motrizes adquiridas (Djackov, 1973, pag85.)
APRENDIZAGEM MOTORA -
Condicionamento das ligações sinápticas produzindo um novo enredo dos
diferentes sistemas neurológicos que intervém especialmente na atividade motora
(Weineck, Jurgen. 2005, pag 598.)
ATENÇÃO- Capacidade
limitada de processar informação quer no envolvimento ou do corpo própria quer
na memória (Godinho, M. 1985, pag17)
ATITUDE- Adaptação
permanente do tónus de postura que assegura a estabilidade da posição de pé, o
seu equilíbrio e dá-lhe a sua coloração afetiva (Análise da Motricidade-
Ajustamento Postural, António José Domingues Faustino, pag)
ATITUDE CORPORAL- Manifestação
exteriormente observável que na ausência de um deslocamento ou de um movimento
revela as disposições ou as intenções do individuo para com o seu meio e traduz
um determinado nível de vigilância favorável a uma ação eventual (Análise da
Motricidade- Ajustamento Postural, António José Domingues Faustino, pag 2)
ATIVIDADE- Forma
prática corporal com significado próprio, definida por uma dinâmica e uma
estrutura particulares que a destinguem de outras formas de prática (Universidade
técnica de Lisboa. Ciências do comportamento- Glossário. 1985-1986, pag4)
ATO TÁTICO- Combinação
significativa de diversos processoes motores e psíquicos indispensáveis à
solução de um problema nascido dua situação de jogo (Universidade técnica de
Lisboa. Ciências do comportamento- Glossário. 1985-1986, pag4)
B
BALANCE- Estado ou condição
alcançado através da manutenção especifica entre a c.g do corpo e da sua base de
sustentação (Afonso de Carvalho, 1973, pag 24)
C
CAMPO DE AÇÃO- Extensão
de efeitos de um sistema (Universidade técnica de Lisboa. Ciências do
comportamento- Glossário. 1985-1986, pag5)
CAPACIDADE- Medida
de potencial que por isso é de valor extremamente modelável (Manfred Grosser,
1983, pag 23)
CAPACIDADE DE
ESTIRAMENTO - Diz respeito ao funcionamento de articulações, músculos,
tendões, ligamentos e cartilagens articulares (Frey, 1977, pag31)
CAPACIDADE DE
PERFORMANCE DESPORTIVA- Grau de melhoramento possível de uma certa
atividade motora desportiva (Weineck, Jurgen, 2005, pag 19)
CAPACIDADES MOTORAS -
Pressuposto para que qualquer atividade possa ser executada com êxito
(Afonso de Carvalho, 1973, pag24)
CAPACIDADES MOTORAS
CONDICIONAIS - Determinadas pelos processos que conduzem à obtenção e
tranransformaçãoenergia (Afonso de Carvalho, 1973, pag25)
CAPACIDADES MOTORAS
COORDENATIVAS - Determinadas pelas componentes onde predominam os
processos de condução ao sistema nervoso central (Afonso de Carvalho, 1973, pag
25)
CAPACIDADES MOTORAS
DESPORTIVAS - Pressupostos de rendimento para a aprendizagem e
realização das açõesm motoras desportivas (Afonso de Carvalho, 1973, pag 25)
COMPORTAMENTO MOTOR -
Conjunto de manifestações
motoras observáveis num individuo em ação (Universidade técnica de Lisboa.
Ciências do comportamento- Glossário. 1985-1986, pag5)
CONDIÇÃO FISICA - Estado
do ser humano em função Biológica, Ppsicológica e Socióloga (Análise da
Motricidade- Substrato estrutural e funcional que determina e condiciona o
comportamento motor, António José Domingues Faustino. pag 6)
CONSUMO ENERGÉTICO -
Obtenção de energia necessária à manutenção da vida e atividade
muscular (Análise da Motricidade- Substrato estrutural e funcional que
determina e condiciona o comportamento motor, António José Domingues Faustino.
pag 8)
CONSUMO PLÁSTICO - Fornecimento
de matérias para a proteção, reparação e contrução dos tecidos (Análise da
Motricidade- Substrato estrutural e funcional que determina e condiciona o
comportamento motor, António José Domingues Faustino. pag8)
CONSTÂNCIA DO
MOVIMENTO - Eprime a concordância de gestos executados de forma
repetitiva (Manfred Grosser, 1983, pag 28)
CONTROLO MOTOR - Capacidade
de poder responder, com base numa rectroinformação sensorial diferenciadas e de
um preciso programa de ação e exigências elevadas de precisão, dos movimentos
do ponto de vista espacial, temporal e dinâmico (Afonso de Carvalho, 1988-1989.
Pag 24)
COORDENAÇÃO MOTORA -
Capacidade de assegurar uma adequada combinação de movimentos e
operações parciais que se desenrola ao mesmo tempo ou em sucessão (Afonso de
Carvalho, 1988-1989. Pag 24)
COURAÇA MUSCULAR - Processo
de adaptação biológica às agressões (Análise da Motricidade- Substrato
estrutural e funcional que determina e condiciona o comportamento motor, pag6,
Reich)
D
DESPORTO: Exercício Físico com regras mais ou menos
definida, praticado individualmente ou por equipas, sem objetivos utilitários,
Objetivo de divertimento e recreio.
Grande
Enciclopédia Universal volume 7, página 4263, União Universal dos Direitos de
Autor)
DESTREZA MOTORA (SKILL) Capacidade
complexa que permite ao desportista adaptar-se rapidamente a ações motoras de
difícil execução, adaptar-se as circunstâncias do movimento e além disso aprender
rapidamente novas ações motoras.
(Manfred Grosser, 1983, pag7).
E
EFICÁCIA: força para produzir determinados efeitos,
efeitos que são os desejados.
(Grande
Enciclopédia Universal volume 7, página 4665, União Universal dos Direitos de
Autor)
EFICIÊNCIA: Ação para conseguir um determinado
efeito/resultado.
(Grande
Enciclopédia Universal volume 7, página 4665, União Universal dos Direitos de
Autor)
ELASTICIDADE: Uma das propriedades gerais dos corpos em
virtude da qual recuperam mais ou menos completamente a sua extensão e figura
primitivas, assi que cessa a ação de força que os alterava.
(Grande
Enciclopédia Universal volume 7, página 4693, União Universal dos Direitos de
Autor)
EQUILIBRIO: O equilíbrio constante, seja qual for a forma
de atividade ou de repouso, e a harmonia do movimento fazem com que a pessoa se
sinta bem.
(IV
Perspetivas Abertas Pela Coordenação Motora, Beziers e Piret 1992, página 30)
ERRO: Lacuna ou a diferença
entre aquilo que é observado e o que deveria ser feito. (Dayna Daniels, 1987,
pag 20)
EXTENSIBILIDADE: o maior comprimento que podemos impor a um
músculo alongado as suas inversões. (Stamback, 1963)
F
FLEXIBILIDADE: Capacidade de efetuar
movimentos de grande amplitude. O critério da flexibilidade é a amplitude
maximal do movimento ou o efeito de resistência das estruturas que se opõem ao
alongamento.
(Glossario ISEF, Universidade
Técnica de Lisboa – 1985/86, pag7)
FLEXIBILIDADE ATIVA:
Exercício produzido pelas forças externas e/ou internas voluntarias.
(Grande Enciclopédia do
Desporto- Volume 1, Editora: Manuel F. Barbosa, Página 51, 1999)
FLEXIBILIDADE ATIVA-ESTÁTICA: Mobilização por intervenção dos agonistas seguida de uma paragem e
tentativa de manutenção da posição com uma determinada amplitude segmentar
(Weineck- 1986,).
FLEXIBILIDADE ATIVA- DIÂMICA: Mobilização
normalmente brusca e lançada dos segmentos corporais e com praticamente
imediato retorno à posição inicial. (Weineck- 1986)
(Dossier Flexibilidade por
Carlos Araújo, Página 2)
FLEXIBILIDADE ESPECIFICA: relacionada com os movimentos específicos
exigidos pelas diversas modalidades como por exemplo a corrda de barreiras que
exige uma flexibilidade especifica na articulação coxo-femural.
(Afonso
de Carvalho 1988, página 24)
FLEXIBILIDADE GERAL: Refere-se à amplitude
normal de oscilação das articulações especialmente nos primeiros sistemas
articulares, escapulo-umeral e coluna vertebral.
(Capacidades Motoras IV- A
flexibilidade, Afonso de Carvalho 1988, página 24)
FLEXIBILIDADE PASSIVA: Exercícios produzidos pelas forças externas
e/ou internas involuntárias.
(Grande
Enciclopédia do Desporto- Volume 1, Editora: Manuel F. Barbosa, Página 51, 1999
FORÇA: capacidade
de reagir contra uma resistência com base nos processos de inervação e
metabolismo na musculatura.
(Manfred, 1983,pag 25)
FORÇA ABSOLUTA: Valor
máximo de força que pode desenvolver o individuo em situações normais.
(Grande Enciclopédia do Desporto- Volume 1, Editora: Manuel F. Barbosa, Página 60, 1999)
(Grande Enciclopédia do Desporto- Volume 1, Editora: Manuel F. Barbosa, Página 60, 1999)
FORÇA DIRECIONADA: Desenvolve os músculos ou grupos musculares com a participação direta no
movimento.
(Grande
Enciclopédia do Desporto- Volume 1, Editora: Manuel F. Barbosa, Página 51,
1999)
FORÇA EXPLOSIVA: Capacidade de produzir a
máxima tensão muscular para vencer uma resistência leve.
(Grande Enciclopédia do
Desporto- Volume 1, Editora: Manuel F. Barbosa, Página 51, 1999)
FORÇA GERAL: Tem como objetivo fundamental o desenvolvimento
harmónico de todo o organismo e procura uma atividade compensatória.
(Grande
Enciclopédia do Desporto- Volume 1, Editora: Manuel F. Barbosa, Página 51,
1999)
FORÇA MÁXIMA: Força mais rápida que pode ser desenvolvida voluntariamente e na unidade
de tempo, para a execução de um movimento pré-determinado.
(Capacidades
Motoras, Manfred Grosser 1981, página 25)
FORÇA RELATIVA: Quociente entre a força a força absoluta e o
peso do Individuo.
(Grande
Enciclopédia do Desporto- Volume 1, Editora: Manuel F. Barbosa, Página 51,
1999)
FORÇA RESISTÊNCIA: Capacidade
de manter ou repetir a tensão muscular estática durante um longo período de
tempo.
(Capacidades Motoras, Manfred
Grosser 1981, página 25)
G
H
HABILIDADE FÍSICA: Capacidade funcional do organismo humano,
expressa pela qualidade do movimento executado, num plano funcional (aeróbio,
anaeróbio, etc.); e físico (flexibilidade, força, etc.). (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA
- DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009,
p.8)
HABILIDADE
MOTORA: Capacidade motora do
organismo humano, expressa pela qualidade do movimento executado, num plano
preceptivo (organização espacial e temporal); manipulativo (motricidade fina);
projetivo (esquema corporal), neuro motor (coordenação e equilíbrio).( Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8)
HEMIPARESIA: Debilidade das extremidades de uma metade do
corpo. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8)
HEMIPLEGIA: Paralisia de uma metade lateral do corpo. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8)
HEMISFÉRIO CEREBRAL: Cada um dos grandes lóbulos ântero-dorsais do
telencéfalo do cérebro dos vertebrados, incluindo a substância branca e os
núcleos da base. (Francisco Rosa Neto,
TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8)
HEMISFÉRIO DOMINANTE: Hemisfério cerebral responsável pela capacidade
linguística, categorização e simbolização. É também responsável pelo controle
das extremidades (mãos e pés) usados nos movimentos de habilidades (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8)
HIDROCEFALIA: Transtorno devido a obstrução das vias
emissárias, permitindo o acúmulo do líquido encéfalo-raquídeo que se acumula
produzindo uma dilatação dos ventrículos cerebrais com compressão do tecido
cerebral e separação dos ossos do crânio. (Francisco
Rosa Neto, TERMINOLOGIA -
DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009, p.8)
HIDROPSICOMOTRICIDADE: Baseado numa visão global do ser humano, o
termo utiliza o meio líquido para integrar as interações cognitivas,
emocionais, simbólicas e motoras na capacidade de ser e de se expressar num
contexto biopsicossocial. A mesma desempenha um papel fundamental no
desenvolvimento harmônico da personalidade. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA
- DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009,
p.8)
HIPERTÔNICO: Aumento do tono muscular. ( Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8)
HIPERATIVIDADE: Estado crônico de instabilidade psicomotora;
comportamento impulsivo; falta de atenção; e que geralmente se acompanha de
baixo rendimento escolar. (Francisco
Rosa Neto, TERMINOLOGIA -
DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009, p.8)
HIPERMETROPIA: Estado do olho no qual os raios luminosos
paralelos formam um foco além da retina; existe dificuldade para ver os
objetos. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8)
HIPOTONIA: Diminuição ou perda do tono muscular que produz uma menor resistência
a mobilização passiva. É um sintoma característico de certas enfermidades
cerebelosas. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8)
HIPOACUSIA: Denomina-se
assim os indivíduos que sofrem défice auditivos até 80 decibéis. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8)
HETEROCRONISMO: O heterocronismo identifica a diversidade da
duração inerente ao processo de evolução dos diferentes componentes do
desempenho, em função das estruturas solicitadas e dos estímulos aplicados. (Luís Rama, TEORIA E METODOLOGIA DO TREINO - Modalidades individuais, 2016,
p.99)
HOMEOSTASE: Equilíbrio dinâmico entre os processos que
concorrem para a estabilidade e os que em sentido oposto promovem a destruição
deste equilíbrio dos seres biológicos.( Luís
Rama, TEORIA E METODOLOGIA DO TREINO
- Modalidades individuais, 2016, p.99)
HIDROELECTROLÍTICO: Dissolução de iões no meio aquoso que permite
a passagem de corrente elétrica. (Luís
Rama, TEORIA E METODOLOGIA DO TREINO
- Modalidades individuais, 2016, p.99)
I
IMAGEM CORPORAL: Sinónimo de esquema corporal. É a
representação cerebral de todas as sensações corporais organizadas no córtex
parietal. Representa o conceito que a pessoa tem de seu próprio corpo. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8, p.9)
INADAPTAÇÃO: Denomina-se assim aos desajustes familiares,
escolares ou sociais que desencadeiam as perturbações ou transtornos da vida
afetiva, emocional de um sujeito ao longo de seu desenvolvimento psicológico e
social. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8, p.9)
INADAPTAÇÃO SOCIAL: Incapacidade em grau variável de aceitar as
normas e estruturas da sociedade em que se vive e de comportar-se em
consequência. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8, p.9)
INCAPACIDADE: Refere-se as limitações nas relações do Homem
com o seu meio ambiente em função de um defeito ou deficiência. Inadequação as
demandas do meio ambiente. Dificuldade em usufruir os bens e serviços da
comunidade em que vive. Ex.: Incapacidade de realizar trabalho produtivo. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8, p.9)
INCLUSÃO: Processo pelo qual se prepara a sociedade
para admitir em seu seio os portadores de deficiência. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA
- DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009, p.8, p.9)
INTEGRAÇÃO: Processo pelo qual se prepara o indivíduo
para participar dos bens e serviços da sociedade em que ele vive. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8, p.9)
INTELIGÊNCIA: Capacidade de utilizar a informação que um
determinado sistema ou organismo possui para atuar com eficácia em seu meio
ambiente, e de utilizar a informação nova que recebe, de tal maneira que
aumente a informação e a capacidade que possui. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA
- DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009, p.8, p.9)
INVALIDEZ: Denomina-se assim a todo
impedimento ou diminuição da perda da capacidade de trabalho. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8, p.9)
INVÁLIDO: Pessoa com um defeito físico ou sensorial suficientemente grave para
dificultar ou tornar difícil o desenvolvimento da vida cotidiana. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.8, p.9)
ISQUEMIA: Falta de irrigação sanguínea devido a obstrução, dificultando o
fornecimento de oxigênio e substratos energéticos como a glicose às células. (Luís Rama, TEORIA E METODOLOGIA DO TREINO - Modalidades individuais, 2016,
p.99)
INFÂNCIA: Fase de desenvolvimento que antecede a adolescência. Não é um período
unitário e, consoante os objetivos de análise ou intervenção, assim se pode
dividir em subfases diferenciadas. Na infância, a atividade motora é muito
intensa e são adquiridas as habilidades e competências fundamentais para a
elaboração e especialização subsequente. É um período de rápido crescimento,
mas não homogéneo. (João Barreiro, DESENVOLVIMENTO MOTOR E APRENDIZAGEM,
2016, p.40)
INFORMAÇÃO DE RETORNO SOBRE
O RESULTADO:
Informação que fica disponível quando uma ação é realizada e que diz respeito
ao grau de concretização do objetivo. Pode ser obtida de natureza diversa, pode
ser amplificada, especificada com maior ou menor minúcia, e pode ser gerida no
tempo por relação ao movimento anterior e ao posterior. É uma variável decisiva
na aprendizagem. (João Barreiro, DESENVOLVIMENTO MOTOR E APRENDIZAGEM,
2016, p.40)
INSTRUÇÃO: Descrição verbal da ação ou tarefa a realizar. Pode ser associada à
demonstração. Admite graus diferenciados de elaboração e deve ser ligada à
capacidade do aprendiz. (João Barreiro,
DESENVOLVIMENTO MOTOR E APRENDIZAGEM,
2016, p.40)
INTERFERÊNCIA CONTEXTUAL: Forma particular de gestão da
imprevisibilidade na realização de sequências de repetição, durante a
aquisição. Tradicionalmente considera-se que as estruturas sequenciais por
blocos são menos interferentes e que as sequências de estrutura aleatória são
muito interferentes. Embora produza uma degradação da aquisição, manifesta-se
muitas vezes positivamente na retenção. (João
Barreiro, DESENVOLVIMENTO MOTOR E
APRENDIZAGEM, 2016, p.40)
J
K
L
LÁBIO LEPORINO: Nome que se dá a todas as más formações da
face que provém de um defeito de soldadura dos arcos braquiais (embriologia).
Fissura congênita ou adquirida do lábio superior e podendo também ocorrer no
lábio inferior. (Francisco Rosa Neto,
TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.9)
LATERALIDADE: Preferência lateral, direita ou esquerda, dos
seguimentos: corporal, sensorial e neurológico (mão, pé, olho, ouvido e
hemisfério cerebral). A maturação ocorre durante o processo evolutivo do ser
humano, depende de fatores genéticos e ambientais. Por volta dos seis anos um
escolar tem condições de manifestar, com segurança, sua preferência lateral. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE,
2009, p.9)
LATERALIDADE CRUZADA: Preferência lateral cruzada, isto é: mão –
lado direito, olhos – lado esquerdo, e pés – lado direito (90% dos casos). (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE,
2009, p.9)
LATERALIDADE INDEFINIDA: Preferência lateral não definida, isto é, o
indivíduo não apresenta uma dominância para as mãos, pés ou olhos, na execução
de tarefas da vida diária (abrir uma porta, escrever, pintar, chutar uma bola,
etc.). (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE,
2009, p.9)
LATERALIDADE CONTRARIADA: Preferência lateral contrariada em função de
situações culturais, religiosas, físicas, etc. O indivíduo apresenta uma
preferência lateral com um seguimento corporal (mão, olho e pé) e por condições
internas ou externas é obrigado a desenvolver habilidades com o outro
seguimento, contrariando suas características genéticas e ambientais. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE,
2009, p.9)
LESÃO CEREBRAL: É uma alteração física ou funcional do
cérebro determinado por um agente nocivo sobre o SNC. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA
- DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009, p.9)
LESÃO ENCEFÁLICA: Manifestação neurológica devida a lesão
orgânica ou funcional do encéfalo. (Francisco
Rosa Neto, TERMINOLOGIA -
DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009, p.9)
LESÕES MEDULARES: Manifestações neurológicas devidas a agressão
física ou funcional da medula espinhal. (Francisco
Rosa Neto, TERMINOLOGIA -
DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009, p.9)
LINGUAGEM: Empregado no sentido amplo, este termo designa
a função geral de expressão do pensamento e de comunicação verbal. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE,
2009, p.9)
M
MATURIDADE: Refere-se ao nível de desenvolvimento que em
um dado momento alcança um órgão ou sistema no indivíduo que está crescendo. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE,
2009, p.9, p.10)
MATURIDADE NERVOSA: Mielinização progressiva das fibras nervosas
associadas ao desenvolvimento funcional. (Francisco
Rosa Neto, TERMINOLOGIA -
DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009, p.9, p.10)
MEMÓRIA: A capacidade de evocar respostas aprendidas previamente. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE,
2009, p.9, p.10)
MEMÓRIA ASSOCIATIVA: Capacidade de recordar um fato em que está
associada a variável do espaço, tempo e aspeto simbólico do mesmo. Lesões do
Hipocampo produzem défice destas características. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA
- DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009, p.9, p.10)
MEMÓRIA - CURTO PRAZO: Memória que retém temporariamente informações
(minutos - horas). (Francisco Rosa Neto,
TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.9, p.10)
MEMÓRIA - LONGO PRAZO: Memória duradoura, em alguns casos por toda
vida. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE,
2009, p.9, p.10)
MENTE: É um conceito impreciso que refere ao conjunto de atributos da pessoa
durante a experiência consciente como pensar, sentir e a mesma consciência de
si. Para muitos pensadores científicos atuais sua natureza é material e refere
a expressão da função cerebral. Para outros, sua natureza é espiritual
(relacionada com a área frontal do cérebro). (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA
- DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009, p.9, p.10)
MIELINA: Substância que forma uma envoltura que rodeia certas fibras nervosas,
compostas por capas regularmente alternadas de lipídeos 80% e proteínas 20%.
Esta substância se encontra quase exclusivamente nos vertebrados, o que apóia a
teoria de sua relação como elemento essencial para as funções nervosas
superiores. Também permite a eficiência da condução de sinais nervosos ao longo
de grandes distâncias (encontra-se nos axônios dos neurônios). (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE,
2009, p.9, p.10)
MIELINIZAÇÃO: Processo de aquisição e desenvolvimento do
tecido mielínico no sistema nervoso. 9MIOPIA: Defeito visual em que a maior
refração do olho tem que a imagem dos objetos distantes se forme antes de
chegar a retina. (Francisco Rosa Neto,
TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.9, p.10)
MOTRICIDADE: Conjunto de funções que permitem os
movimentos. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE,
2009, p.9, p.10)
METABOLISMO: Reações físico-químicas que se desenrolam no
organismo como por exemplo na produção de energia. (Luís Rama, TEORIA E
METODOLOGIA DO TREINO - Modalidades individuais, 2016, p.99)
MODELO TÉCNICO: Constitui o paradigma da otimização do gesto
desportivo, considerando o ajustamento ao objetivo o custo energético e a
rápida capacidade de recuperação. (Luís
Rama, TEORIA E METODOLOGIA DO TREINO
- Modalidades individuais, 2016, p.99)
MEMÓRIA (DE MOVIMENTO): Consolidação funcional da estrutura de uma
ação. A memória desenvolve-se por aprendizagem. É um processo reversível, ainda
que nem todas as aprendizagens tenham perdas iguais por esquecimento. A memória
está intimamente ligada à construção de programas de organização da resposta
motora. (João Barreiro, DESENVOLVIMENTO MOTOR E APRENDIZAGEM,
2016, p.40)
MOVIMENTOS ESPECIALIZADOS: Os movimentos especializados resultam de
opções individuais de desenvolvimento. São movimentos complexos, cuja
elaboração e aperfeiçoamento dependem de quantidades intensas de prática. Os
movimentos especializados são, em grande parte, variações de movimentos
fundamentais. O desenvolvimento de movimentos especializados é normalmente
objeto de programas de formação e treino. (João
Barreiro, DESENVOLVIMENTO MOTOR E
APRENDIZAGEM, 2016, p.40)
MOVIMENTOS FUNDAMENTAIS: Movimentos de estrutura geral, comuns a quase
todos os seres humanos, desenvolvidos essencialmente durante a infância. Também
são conhecidos como padrões fundamentais de movimento (correr, lanças, saltar,
andar, etc.). Os movimentos fundamentais são construídos e aperfeiçoados com base
na experiência e integram quase todos os jogos da infância. O seu
desenvolvimento é um objetivo educativo essencial. (João Barreiro, DESENVOLVIMENTO
MOTOR E APRENDIZAGEM, 2016, p.40)
MOVIMENTOS REFLEXOS: Movimentos com um modo de regu-lação muito
simples. Os reflexos são estruturas de resposta involuntária a estímulos
sensoriais. Nos primeiros meses de vida são muito abundantes, mas tendem a
desaparecer com a idade. Alguns movimentos reflexos desempenham importantes
funções de proteção do organismo e persis-tem toda a vida. (João Barreiro, DESENVOLVIMENTO MOTOR E APRENDIZAGEM, 2016, p.40)
MOVIMENTOS RUDIMENTARES: Os movimentos rudimentares são for-mas
primitivas de movimento, com pouca eficiência, que normalmente evoluem para
formas fundamentais de movimento ainda durante a infância. Apesar de não
constituírem modos muito eficientes de resposta, são essenciais porque permitem
que o organismo aprenda a capturar e a organizar informação ambiental e a
coordenar as ações para certas caraterísticas do envolvimento. (João Barreiro, DESENVOLVIMENTO MOTOR E APRENDIZAGEM, 2016, p.40)
N
NEUROMOTRICIDADE: Aspeto da motricidade relacionados com o
sistema nervoso, sua maturidade e suas perturbações. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA
- DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009, p.10)
NEUROSES: Transtorno psíquico ou mental que não é acompanhado de nenhuma mudança
estrutural ou orgânica, porém provoca uma desorganização da personalidade e da
função mental. (Francisco Rosa Neto,
TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.10)
NEURÓGLIA: Tecido conjuntivo que sustenta as células nervosas e as assegura a
nutrição. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE,
2009, p.10)
NEUROTRANSMISSOR: Substância química endógena (acetilcolina,
noradrenalina, serotonina), que se encontra armazenada na terminal axónio de um
neurônio, capaz de ser liberada por potenciais de ação e alterar a polaridade
do neurônio com a que está em imediato contato. O neurotransmissor é
sintetizado pelo terminal pré-sináptico, corpo neuronal ou ambos é desagregado
ou recatado imediatamente depois da sua liberação. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA
- DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009, p.10)
NISTAGMO: Oscilações rítmicas involuntárias dos olhos que sobrevém muito
frequentemente durante as fixações laterais. Movimentos mio clónico dos globos
oculares. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE,
2009, p.10)
O
ORGANIZAÇÃO PERCEPTIVA: Educação das sensações e perceções
condizentes ao conhecimento dos objetos e da relação entre eles. (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE,
2009, p.10, p.11)
ORGANIZAÇÃO ESPACIAL: Desenvolvimento das capacidades vinculadas ao
esquema corporal e organização preceptiva tendentes ao domínio progressivo das
relações espaciais. (Francisco Rosa Neto,
TERMINOLOGIA - DESENVOLVIMENTO –
MOTRICIDADE, 2009, p.10, p.11)
ORGANIZAÇÃO SOMATOTÓPICA: Representação sensorial e motora de todas as
partes do corpo no córtex cerebral. (Francisco
Rosa Neto, TERMINOLOGIA -
DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009, p.10, p.11)
ORGANIZAÇÃO TEMPORAL: Desenvolvimento das capacidades de apreensão
e utilização dos dados do tempo imediato (tempo físico). (Francisco Rosa Neto, TERMINOLOGIA
- DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009, p.10, p.11)
P
PERFORMANCE- Expressão quantitativa e qualitativa de uma
ação. E normalmente entendida como a medida do produto, traduzindo ou não as
reais potencialidades do sujeito. (Universidade técnica de Lisboa. Ciências do
comportamento- Glossário. 1985-1986. Pag 8)
PLASTICIDADE- é a capacidade que os corpos deformáveis têm
de mudar de forma sob a ação de uma força exterior e de conversar essa formação
quando essa força deixou de agir (Azemar, 1978).
Movimento Seminário, UTL.ISEF : 2-5, Página2.
PRECISÃO DE MOVIMENTO - entende-se a concordância dos movimentos
previstos com os realizados.
Manfred Grosser, Capacidades Motoras, Página6,
Lehrbriefe Fur Ubungsleiter (TEIL 1) – DSB – Frankfurt – 1981.
PREPARAÇÃO ESPECIFICA - Domínio da elaboração de uma técnica otimizada,
automatizada, infalível, adaptada às possibilidades individuais, na base de uma
preparação física específica, especialmente centrada na modalidade respetiva.
Weineck Jurden, 2005, Página2, Manual do Treino
Óptimo, Teoria do Treino da Fisiologia da Perfomance Desportiva e do seu
Desenvolvimento nas crianças e adolescentes, Lisboa, Instituto Piaget: 589-602.
PREPARAÇÃO GERAL - Insiste no afinamento cruzando técnicas
desportivas em correlação com uma preparação física geral.
Weineck Jurden, 2005, Página2, Manual do Treino
Óptimo, Teoria do Treino da Fisiologia da Perfomance Desportiva e do seu
Desenvolvimento nas crianças e adolescentes, Lisboa, Instituto Piaget: 589-602.
PROGRAMA MOTOR - Sequência de instruções armazenadas em
memória que orientam uma ação motora regulando os parâmetros de execução.
Universidade Técnica de Lisboa, Ciclo Básico,
Ciências do Comportamento, Glossário, 1985/86, Página8)
Q
QUADRO DE REFERÊNCIA- Conjunto de conhecimentos, valores e ideias
que o sujeito acumula na sua memória e que lhe permitem, entre outras coisas,
realizar a operação de descodificação das mensagens.
Universidade Técnica de Lisboa, Ciclo Básico,
Ciências do Comportamento, Glossário, 1985/86, Página8)
QUALIDADE- São relações de propriedades do organismo, com limites mal definidos.
São atributos das ações motoras e expressam-se nas capacidades individuais. Uma
qualidade é uma invariante da motricidade.
Universidade Técnica de Lisboa, Ciclo Básico,
Ciências do Comportamento, Glossário, 1985/86, Página9)
QUALIDADE PERCETIVO MOTORAS - são as expressões funcionais das estruturas
percetivas que se repercutem na qualidade dos movimentos.
(Análise da Motricidade, O substrato estrutural
e funcional que determina e condiciona o Comportamento Motor, página5).
R
REAÇÕES ESTÁTICAS DE SUSTENTAÇÃO - asseguram a fixação adequada das peças móveis do esqueleto e das cinturas assim como o ajustamento permanente do tónus às modificações de posição do corpo ou de uma das suas partes. (António Faustino).
António José Domingues Faustino, Ajustamento Postural, Página 7.
REFLEXOS DE ENDIREITAMENTO - São aquelas a que se atribui o papel de recuperar a posição fundamental e que contribuem à melhor orientação do corpo no espaço. (António Faustino).
António José Domingues Faustino, Ajustamento Postural, Página 7.
REFLEXOS DE EQUILIBRAÇÃO - Define-os como os dispositivos de segurança que repõem progressiva ou bruscamente a projeção do centro de gravidade no interior do polígono de sustentação. Ao contrário dos 2 primeiros que se traduzem por uma reorganização da repartição das atividades tónicas, os reflexos de equilibração implicam, além disso, os movimentos corretores. (Paillard)
António José Domingues Faustino, Ajustamento
Postural, Página 7.
RESISTÊNCIA- Capacidade de efetuar durante um período de
tempo uma qualquer tarefa sem reduzir a sua eficácia.
Universidade Técnica de Lisboa, Ciclo Básico,
Ciências do Comportamento, Glossário, 1985/86, Página9)
RITMO DO MOVIMENTO - é o comportamento espaço-temporal característico
de um movimento.
Manfred Grosser, Capacidades Motoras, Página6,
Lehrbriefe Fur Ubungsleiter (TEIL 1) – DSB – Frankfurt – 1981.
S
SISTEMA- Conjunto de elementos em interação dinâmica, organizados em função de
um objetivo.
Universidade Técnica de Lisboa, Ciclo Básico,
Ciências do Comportamento, Glossário, 1985/86, Página9)
SOUPLESSE- fator complexo que determina o grau de mobilidade particular e por
consequência a amplitude do movimento (Belpart, 1977).
Movimento Seminário, UTL.ISEF : 2-5, Página3.
T
TAREFA- Conjunto de ações e operações com um objetivo bem determinado,
passível de ser avaliado (critério de êxito) que decorre num contexto próprio.
A tarefa constitui uma unidade funcional da atividade.
Universidade Técnica de Lisboa, Ciclo Básico, Ciências
do Comportamento, Glossário, 1985/86, Página9)
TAXONOMIA- Processo sistemático de organização e de estabelecimento de relações
entre objetos.
Universidade Técnica de Lisboa, Ciclo Básico,
Ciências do Comportamento, Glossário, 1985/86, Página9)
TÉCNICA CORPORAL- Maneira como o homem sabe servir-se do seu
próprio corpo e que, em cada sociedade, é transmitida de forma tradicional.
Técnicas corporais são formas elaboradas de utilização do corpo em estreita
ligação com hábitos socioculturais e parte de uma evolução técnica vinculada a
critérios de rentabilidade e adaptabilidade.
Universidade Técnica de Lisboa, Ciclo Básico,
Ciências do Comportamento, Glossário, 1985/86, Página9)
TÉCNICA DESPORTIVA - Procedimentos desenvolvidos em geral pela
prática para resolver o mais racional e sucintamente um determinado problema de
movimento. A técnica de uma modalidade desportiva corresponde a uma sucessão de
coordenações motrizes ideais as quais, mantendo as suas características
móbiles, podem sofrer modificações que permitam adaptar-se às características
da personalidade individual. (Zack, 1971, 500; Martin, 1977, 178; Pletka e
Splitz, 1976, 23; Ter Owanesjan, 1971, 4ªparte 1, etc)
Weineck Jurden, 2005, Página1, Manual do Treino
Óptimo, Teoria do Treino da Fisiologia da Perfomance Desportiva e do seu
Desenvolvimento nas crianças e adolescentes, Lisboa, Instituto Piaget: 589-602.
TÉCNICA DE MOVIMENTO - Estrutura racional do ato motor que
corresponde ao fim pretendido. Caracterizada por eficiência, economia e eficácia.
Universidade Técnica de Lisboa, Ciclo Básico,
Ciências do Comportamento, Glossário, 1985/86, Página9)
TÓNUS DE REPOUSO - é a ligeira tensão que afeta os músculos
estriados em repouso, dando-lhes uma consciência característica, que desaparece
após secção do nervo motor. (Mosso1904)
António José Domingues Faustino, Ajustamento
Postural, Página 2.
TÓNUS DE ATITUDE - é a contração tónica que imobiliza as peças
do esqueleto nas posições determinadas, solidárias umas das outras que compõem
o corpo uma de atitude de conjunto. (Mosso 1904)
António José Domingues Faustino, Ajustamento
Postural, Página 2.
TÓNUS DE SUSTENTAÇÃO - diz respeito ao limiar tónico da ação
finalizada. (Mosso1904)
António José Domingues Faustino, Ajustamento
Postural, Página 2.
TÓNUS MUSCULAR - Estado de tensão ativa em que se encontram
os músculos quando a inervação e a vascularização estão intatos. Este estado
diferencia-se em aspeto, o que não quer dizer em natureza, de forma transitória
de contração voluntária ou provocada.
Universidade Técnica de Lisboa, Ciclo Básico,
Ciências do Comportamento, Glossário, 1985/86, Página10)
TREINO TÉCNICO - visa aproximar um nível de habilidade
desportiva real de um nível ideal a atingir. (Rieder, 1972, 107; Martin, 1977,
183)
Weineck Jurden, 2005, Página2, Manual do Treino
Óptimo, Teoria do Treino da Fisiologia da Perfomance Desportiva e do seu
Desenvolvimento nas crianças e adolescentes, Lisboa, Instituto Piaget: 589-602.
U
UNIDADE FUNCIONAL - Articulação de um ou mais sistemas no
sentido de produzir um objetivo comum. Implica a interação entre componentes de
um sistema ou entre sistemas. E o elemento mínimo que reúne as características
de identidade do sistema.
Universidade Técnica de Lisboa, Ciclo Básico,
Ciências do Comportamento, Glossário, 1985/86, Página10)
V
VALOR FISICO- Conceito em que o valor físico dum indivíduo
é formado por elementos que constituem a sua dimensão biológica. Neste sentido,
o valor físico é definido pelo estado dos elementos da estrutura individual e
das diversas formas de exteriorização.
Universidade Técnica de Lisboa, Ciclo Básico,
Ciências do Comportamento, Glossário 1985/86, Página10)
VELOCIDADE- Por velocidade compreende-se a faculdade de
efetuar ações motoras num espaço de tempo mínimo, em condições dadas.
Capacidade funcional do indivíduo, de agir num tempo limitado.
Universidade Técnica de Lisboa, Ciclo Básico,
Ciências do Comportamento, Glossário, 1985/86, Página10)
VELOCIDADE DA AÇÃO - é a qualidade que permite executar um
movimento o mais rápido possível ou o maior número possível de movimentos
idênticos ou diferentes por unidade de tempo.
(Análise da Motricidade, O substrato estrutural
e funcional que determina e condiciona o Comportamento Motor, página5).
VELOCIDADE MÁXIMA ACICLICA - É caracterizada pela máxima rapidez de
contração da musculatura que participa na ação motora, a qual requer uma
excelente coordenação muscular.
Afonso
de Carvalho, Treino Desportivo, 1988, Nº7, Capacidades motoras III – A
velocidade, Página2.
VELOCIDADE MÁXIMA CICLICA- definida pelo produto da amplitude e
frequência do movimento exigindo contrações ótimas.
Afonso de Carvalho, Treino Desportivo, 1988,
Nº7, Capacidades motoras III – A velocidade, Página2.
VELOCIDADE DE REAÇÃO - traduz a prontidão de resposta a um estímulo
determinado.
(Análise da Motricidade, O substrato estrutural
e funcional que determina e condiciona o Comportamento Motor, página5).
VISCO-ELASTICIDADE- espécie de plasticidade, no músculo, onde a
elasticidade é retardada, havendo uma persistência relativa da deformação no
tempo (Azemar, 1978).
Movimento Seminário, UTL.ISEF : 2-5, Página2.
W
X
Y
Z
1.Conclusões
As conclusões inerentes a este trabalho
apontam algumas recomendações e sugestões que nos parecem importantes para
futuras investigações neste âmbito.
Com a realização deste trabalho, é possível
compreender melhor o que a unidade curricular trabalha/engloba. Permite-nos
assim clarificar alguns conceitos lecionados durante todo o semestre, que nos irão ajudar durante todo o nosso
percurso académico e posteriormente no nosso percurso profissional.
2.Bibliografia
1 Revista Ludens (1984) Escrita Abreviada e Simbologia
2 Revista Ludens (1994) Terminologia- Um instrumentos de Gestão
3 Weineck, Jurgem (2005) Manual de treino optimo. Teoria
do treino da fisiologia da performance desportiva e do seu desenvolvimento no
trino de crianças e adolescestes . Llisboa, Istituto Piaget: 589-602
4 Godinho, M. A teoria da informação. Provas de
aptidão pedagógica. ISEF-UTL: 7-27
5 Revista Horizonte (1988) Pereira, F. O que
devemos saber sobre a tarefa motora
6 Pereira, F. (1985). Efeitos da amplitude e massa
transportada na frequência cardíaca numa tarefa de pontilhar alternado. Lisboa.
Seminário ISEF-UTL:29-30
7 Analise da Motricidade- Substrato estrutural
e funcional que determina e condiciona o
comportamento motor
8 Hort,w. & Flothner, R. (1984) Les Bases scientifiques de la musculation .
Vigot, Paris: 81-87
9 Análise da Motricidade- Ajustamento
postural. António Josér Domingues Faustino
10 Lle Boulch, J (1987) Vers un science du mouvement
humain. ESF, PARIS:50-52
11 Ribeiro , T (1987). O desenvolvimento motor da
criança portuguesa. Lisboa. Seminário, UTL-ISEF: 2-5
12 Weineck, Jurgem (2005) Manual de treino optimo. Teoria
do treino da fisiologia da performance desportiva e do seu desenvolvimento no
trino de crianças e adolescestes . Llisboa, Istituto Piaget: 83-104
13 Carvalho, A. (1987). Treino Desportivo IIº série Nº5
14 Carvalho, C (1983) Energia, fundamento do rendimento
desportivo
15 Weineck, Jurgem (2005) Manual de treino optimo. Teoria
do treino da fisiologia da performance desportiva e do seu desenvolvimento no
trino de crianças e adolescestes . Llisboa, Istituto Piaget: 151-158
16 Carvalho, A (1987). Treino Desportivo nº6.
40-47
17 Caravalho, A (1988) Treino Desportivo nº7.
43-47
18 Carvalho, A (1988) Treino Desportivo nº8.
24-28
19 Grosser, M (1981). Capacidades Motoras.
Frankfurt. 23-32
20 Revista Horizonte Nº32 (1989). Baptista,
A. A flexibilidade no Desporto.
58-70
21 Revista Horizonte (1990). Araújo, C. Dossier
Flexibilidade
22 Francisco
Rosa Neto, TERMINOLOGIA -
DESENVOLVIMENTO – MOTRICIDADE, 2009, p.8--11
23 Luís Rama, TEORIA E METODOLOGIA DO TREINO - Modalidades individuais, 2016,
p.99
24 João Barreiro, DESENVOLVIMENTO MOTOR E APRENDIZAGEM, 2016, p.40
25 Grande Enciclopédia Universal volume 7, página
4263, União Universal dos Direitos de Autor)
26 (Grande Enciclopédia do Desporto- Volume 1,
Editora: Manuel F. Barbosa, Página 51, 1999)
27 Grande Enciclopédia Universal volume 7,
página 4665, União Universal dos Direitos de Autor)
MAPA CONCEITUAL DA UNIDADE CURRICULAR
Daniel Ramos | Bruna Oliveira | Francisco Rosa | Tomás Gomes
Professor: António José D. Faustino | Análise da Motricidade
Professor: António José D. Faustino | Análise da Motricidade

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